Casével
A traça arquitetónica alentejana constitui presente em todas as ruas e ruelas do povoado – as cores das barras das casas caiadas; os estendais; as ruas do antigamente
Apaixonada pelo Alentejo; escrevo-o de forma sentida e vivida. Abraço e acarinho a simplicidade e a pureza de ser dos meus avós e do meu Pai: é esse o Alentejo que vos conto; o que se esconde entre as flores da primavera e o cheiro das primeiras chuvas.
Escrevo o ultimo reduto, o recanto por desbravar; o encanto da ancestralidade que permanece pura e proba no dourado da planície ou nos recortes do litoral.
Escrevo: os poejos, a açorda, a janela, a soleira, o cata-vento, a chaminé, o rio, a primavera… escrevo gentes nobres; escrevo o banco da rua; escrevo as tabernas … escrevo lugares; escrevo a simplicidade; escrevo amor.
AlentejoTurismo é um sonho; é um conto de uma história real contada no sentar ao fresco, na brandura das quentes noites de verão. AlentejoTurismo é transmissão de conhecimento que o orienta num Alentejo por desbravar.
Com carinho.
A autora:
Guida Brito
O santuário de Nossa Senhora do Castelo deslumbra no encanto da vasta paisagem. Uma majestosa escadaria sobe o serro; desde a rua de Nossa Senhora do Castelo até ao adro da igreja. Uma tela viva desperta e atrai todo o olhar; uma profusão de cores pinta, com ternura, tudo o que a nossa vista alcança.
Os bancos são palco de convívio e de discussão da vida do “monte”, da aldeia ou da cidade; são memórias gravadas no ser de quem viveu um Alentejo com esforço – um filme cuja película se desenrola num passado presente nas gentes de agora. Um transeunte, umas palavras marotas de gentes afáveis e, entre muitos “dedos de conversas”, pode surgir o “Cante”- foi o que aconteceu ao Alentejoturismo, em Ferreira do Alentejo.
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