Porto Covo

Não se renda, apenas, ao traçado da praça central, deambular pelas ruas, conhecer a beira-mar e beber os tons que aqui dão vida: é seduzir-se na pureza do Alentejo. Aqui, onde a Terra toca o mar, tudo é luz de puro sentido. Porto Covo é vermelho, é azul e é mar.

Praia do Malhão

Tranquila, meio selvagem, podemos encontrá-la entre Porto Covo e Vila Nova de Mil Fontes- o desvio é à direita e a sinalização facilita o seu encontro.Dada a sua extensão satisfaz todos os gostos: pode estender a toalha ao lado de outros banhistas ou numa zona mais isolada (na zona mais a norte, o naturismo é uma prática comum).

Santuário do Senhor Dos Mártires- Alcácer do Sal

O Santuário do Senhor dos Mártires, em Alcácer do Sal, é um dos templos cristãos mais antigos do país.

A sua história remonta à Idade do Ferro: necrópole pública. Posteriormente foi transformada numa ermida de romagem por ser associada à ocorrência de milagres.

Ermida de Nossa Senhora das Salvas- Sines

Com uma bela panorâmica sobre a baía e sobre o Porto de Pesca, a Ermida da Nossa Senhora das Salvas é um lugar imperdível, na sua viagem por Sines.

Santuário da Nossa Senhora D’Aires

O santuário, de visita obrigatória, dista 1000 metros de Viana do Alentejo e é palco de uma das  maiores romarias (um dos maiores eventos equestres portugueses): cerca de 600 cavaleiros, no mês de abril, num percurso de três dias, ligam a Moita à Senhora D’ Aires.

Igreja de Santa Bárbara de Padrões- Concelho de Castro Verde

No alto do monte, madruga antes da aldeia e cumprimenta quem ali se desloca.
Guarda em si um segredo que, apesar de descoberto, encerra nas suas profundezas.

“Os Ganhões”

Exalam Alentejo; transpiram ternura; dão voz à planície. O leve embalar dos trigueirais harmoniza-lhe os passos e o levante dá vida à sua voz.

O Cante alentejano, considerado Património Cultural Imaterial da Humanidade- UNESCO, flui honesto e sentido a cada som provindo deste grupo.

Alcácer do Sal

Alcácer do Sal tornou-se mítico pela sua beleza, pelos arrozais que ladeiam o rio Sado e pela afluência de gentes que, aqui, se faziam sentir.

“As Papoilas” d’A-de-Corvo

São lindas; transportam no chapéu uma papoila; de braço dado, correm devagar, com passos graciosos, as ruas e ruelas- petrificando os ouvintes com o encanto do seu canto. Não há palavras que as descrevam na exatidão da sua beleza.

Sines

À beira mar plantada; do céu inspira-se o azul e vislumbra-se a sua saia rodada: a baía. No alto da falésia cusca o infinito e deslumbra para lá do horizonte.