• Sopas de Alface

    Gastronomia Alentejana

    Sopas de alface - Alentejo - AlentejoTurismo
Sopas de alface: sirva o caldo sobre o pão migado.

Sopas de alface: sirva o caldo sobre o pão migado.

Sopas de alface

O nosso agradecimento, muito especial, ao Blog Hora da Buxa que nos fez umas sopas de alface e permitiu que fotografássemos e publicássemos a receita.




Pão alentejano – Sopas de alface – Gastronomia – Alentejo

Ingredientes

  • 1 molho de coentros ;
  • 1 cabeça de alhos;
  • 1 cebola
  • 1 colher de sopa de sal grosso;
  • 10 colheres de sopa de azeite;
  • 1,5 litro de caldo de carne a ferver;
  • 400 g de pão caseiro (duro);
  • 4 ovos;
  • 2 queijos frescos;
  • 1 alface grande;
  • meio Kg de batatas novas.




  • Etapa 1

    Refogue a cebola picada em azeite.

  • Etapa 2

    Sopa de alface: uma cabeça de alhos inteira.

    Sopa de alface: uma cabeça de alhos inteira.

    Junte a cabeça de alhos inteira, deixe refogar.

  • Etapa 3

    Adicione a alface (cortada à mão, deixando bocados grandes).

  • Etapa 4

    Acrescente o caldo de carne e deixe ferver.

  • Etapa 5

    Sopa de alface: corte os queijinhos frescos ao meio.

    Sopa de alface: corte os queijinhos frescos ao meio.

    Acrescente os queijos frescos (partidos ao meio), os coentros picados e as batatas cortadas às rodelas finas. Deixe ferver até as batatas estarem cozidas.

  • Etapa 6

    Junte os ovos inteiros, escalfando-os, primeiro, numa concha que se aproxima do caldo. Os ovos ganham a forma da concha e não se desfazem.

  • Etapa 7

    Sopas de alface: sirva os ovos e os queijos à parte,

    Sopas de alface: sirva os ovos e os queijos à parte,

    Os ovos, os queijos são servido à parte.

    Migue sopas num prato, acrescente o caldo, acrescente um ovo e um queijo. Delicie-se.




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Guida Brito
Author: Guida Brito

Apaixonada pelo Alentejo; escrevo-o de forma sentida e vivida. Abraço e acarinho a simplicidade e a pureza de ser dos meus avós e do meu Pai: é esse o Alentejo que vos conto; o que se esconde entre as flores da primavera e o cheiro das primeiras chuvas. Escrevo o ultimo reduto, o recanto por desbravar; o encanto da ancestralidade que permanece pura e proba no dourado da planície ou nos recortes do litoral. Escrevo: os poejos, a açorda, a janela, a soleira, o cata-vento, a chaminé, o rio, a primavera… escrevo gentes nobres; escrevo o banco da rua; escrevo as tabernas … escrevo lugares; escrevo a simplicidade; escrevo amor. AlentejoTurismo é um sonho; é um conto de uma história real contada no sentar ao fresco, na brandura das quentes noites de verão. AlentejoTurismo é transmissão de conhecimento que o orienta num Alentejo por desbravar. Com carinho. A autora: Guida Brito

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