Moura

Inigualável: a magistralidade da oferta gastronómica (essencialmente nas tabernas); o encanto da cidade; a facilidade de diálogo com as gentes; o convívio puro entre distintas gerações.

Borrachos e machos

Borrachos e Machos – no Alentejo, comem-se borrachos e montam-se os machos. Os textos de cariz brincalhão fazem justiça à simplicidade das gentes do Alentejo.

Cais Palafítico da Carrasqueira

Recuamos no tempo e deixamo-nos levar pelo infinito. Um lugar mágico onde o silêncio faz todo o sentido. Imaginamos as mãos – mãos rudes gastas pelo tempo – que entre as linhas, o barco e a azáfama, substituem as velhas tábuas que garantem o pão.

O mistério do buraco na porta

O mistério do buraco na porta – presente nas portas das casas, são serventia de um dos mais nobres habitantes que cativa e seduz.

Grandaços

Grandaços, no Concelho de Ourique, a um passito da N2, no IP2, situa-se, exatamente, no cume das lembranças do insólito, no seio dos afetos.

O segredo do saco à porta

O maquinista

O maquinista (anedota alentejana – na sua doçura, as gentes alentejanas revelam a nobreza da capacidade de sorrir de si e brincar com a sua forma de ser.

O pastor alentejano

Curiosidades sobre o pastor alentejano – pelas planícies, na periferia das cidades, na proximidade dos montes e aldeias, conduz as ovelhas de pasto em pasto.

O segredo dos garrafões de água

Segredos dos garrafões de água – do lixo se faz luxo e tudo tem uma função. Embalagens plásticas, no Alentejo, têm uma reciclagem muito própria e insólita.

José Jorge Cameira

Ideias fortes e definidas, moldadas pelas suas vivências, são o cariz observável num primeiro contacto com o escritor José Jorge Cameira. Aos poucos ,e numa análise mais cuidada, deixa antever um forte sentido de justiça e uma grande sensibilidade na defesa de nobres ideais. Apresentou-nos o seu livro“ Vale da Senhora da Póvoa, Penamacor” engloba um conjunto de estórias verídicas, divertidas e insólitas vividas na primeira pessoa.