• Taberna Fava

    Viana do Alentejo

Bandarilhas, prato e tampo de pipa

Taberna “Fava”

O verde alface contrasta com o colorido das centenas de elementos decorativos- cujo cheiro exala a Alentejo.

O lampião, os cucharros, os calendários, as touradas, os vinhos, os garrafões, os pratos, os copos, os tarros… objetos com sentido.

Décadas de história, permanecem intactos: quer nos objetos presentes; quer nas formas de estar.



Utensílios de cortiça

Os cucharros e os tarros são elaborados a partir da casca do sobreiro (chaparro): a cortiça. Os primeiros eram usados para beber água; os segundos para transportar o almoço, aquando dos trabalhos do campo: monda, ceifa, varejo… A taberna Fava conserva as memórias de décadas de história; conserva no tempo um Alentejo de outrora.

Tradição

Mantém-se o traçado de outrora: na arquitetura, na decoração e nas formas de ser.

A taberneira é uma simpatia e, embora tímida, ajeita-se para a foto.

Entre uns copitos(hoje, foi ginjinha): umas graças, uns piropos, umas perguntas.

A conversa é fácil e o local encanta.

Habitualmente locais de petiscos e copos de vinho, as tascas e as tabernas são também sinónimo de boa comida e boa bebida.

O vinho (muitas vezes caseiro) e o petisco são garantidamente de boa qualidade. A atmosfera envolvente é algo imperdível por terras do Alentejo.

Com sorte, no final da tarde, pode ouvir-se o cante- surge de forma natural entre o petisco e dois copos de vinho.

Entre, sente-se (sem presa nem afazeres)e imite os pedidos dos locais: cada povoação tem os seus hábitos e especialidades. Converse, pergunte e sorria.

Taberna Fava; Viana do Alentejo; Alentejo; Portugal

Na taberna Fava, a taberneira é uma senhora. Tímida mas simpática mantém vivas as memórias de outros tempos. A sua taberna (ou venda) lembra os cantes , as modas, as ceifas, os amigos… mantém vivas as memórias.



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Guida Brito
Author: Guida Brito

Apaixonada pelo Alentejo; escrevo-o de forma sentida e vivida. Abraço e acarinho a simplicidade e a pureza de ser dos meus avós e do meu Pai: é esse o Alentejo que vos conto; o que se esconde entre as flores da primavera e o cheiro das primeiras chuvas. Escrevo o ultimo reduto, o recanto por desbravar; o encanto da ancestralidade que permanece pura e proba no dourado da planície ou nos recortes do litoral. Escrevo: os poejos, a açorda, a janela, a soleira, o cata-vento, a chaminé, o rio, a primavera… escrevo gentes nobres; escrevo o banco da rua; escrevo as tabernas … escrevo lugares; escrevo a simplicidade; escrevo amor. AlentejoTurismo é um sonho; é um conto de uma história real contada no sentar ao fresco, na brandura das quentes noites de verão. AlentejoTurismo é transmissão de conhecimento que o orienta num Alentejo por desbravar. Com carinho. A autora: Guida Brito

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