Artigos

Flor azul

Primavera

A primavera é puro deleite aos sentidos: verde, rosa, amarelo, vermelho… a cor impregna a paisagem de pura sedução.

Desenhos pintados no beiral do telhado

Estação de Ourique

Ali, existiu uma fábrica de “pirolito” e foram rodadas algumas cenas do filme “ A casa dos espirítos” de Bille August, baseado no livro homónimo de Isabel Aliende (Jeremy Irons, Meryl Streep e António Banderas integraram o elenco).

Escultura de ferro forjado

Monumento ao Cante Alentejano – Casével

Num tributo a um património coletivo, foi erigido este imponente monumento: transporta-nos à forma simples mas grandiosa do ser alentejano.

Quintal com oliveiras

Sete

“Adoro: as paredes das casas sempre pintadas de fresco; ouvir as vizinhas, logo pela manhãzinha, a varrer a rua; o padeiro a apitar; e logo de seguida a carrinha da fruta;  e logo a seguir, mais um tendeiro….sabe tão bem! Como a simplicidade das coisas nos tocam a alma!”

Estilo barroco

Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição

Imponente, marca a paisagem e é parte dos corações das gentes da vila e de todo o concelho. Enlaces, despedidas, comunhões… marcam memórias e eternizam laços de afeto. O casario envolvente mantém a traça e o colorido que caracteriza os tempos antigos.

Folclore - Feira de Castro

Igreja das Chagas do Salvador/ Igreja da Nossa Senhora dos Remédios

A igreja situa-se na Rua D. Afonso I e junto à praça principal da vila; o local é muito bonito; é palco de atuação de muitos grupos (responsáveis pela recuperação do património oral e etnográfico) e outros eventos com forte cariz cultural.

Roupa estendida no varal

Poço e lavadouro dos Aivados – Aldeia Comunitária

O poço dos Aivados está integrado num lugar paradisíaco, onde a Natureza mostra toda a sua beleza.

Muro de barra laranja com laranjeira

Aivados – Aldeia Comunitária

O alentejoturismo.pt foi descobrir as razões e as memórias da referência insólita: “Aldeia Comunitária dos Aivados”. Encantou-se com as histórias, as gentes (afáveis e comunicativas) e o deslumbrante povoado. Embora não suportada documentalmente, a população mantém a versão que uma rica aristocrata, Maria de Lemos, deixou à aldeia as suas terras por não possuir herdeiros.