• Pedreira de Mármore Verde

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Mámore

O mármore corresponde a uma rocha compacta, holocristalina, bastante heterogénea na cor e no aspeto, no qual predomina uma matriz de cor esverdeada-acinzentada, com zonas irregulares de cor verdeamarelada. Estas áreas podem estar limitadas por bandas acinzentadas.

Desativada há alguns anos, a pedreira de mármores verdes, em Viana do Alentejo, integra a paisagem conferindo-lhe um toque mágico; surrealista.

Contrasta com o azul celeste, comum por terras alentejanas, e a sua cor amplia a luminosidade do local.

Gigantes blocos rochosos, sobrepostos ou isolados, salpicam a paisagem mística: uma casinha, aqui; um labirinto, acolá; um carro, mais à frente…ao primeiro passo, sentimo-nos em pleno portal de um conto de fadas.

Pedreira

Pedreira de mármore verde de Viana do Alentejo: um anfiteatro natural com particularidades acústicas únicas.

Grandiosa e com particularidades acústicas únicas é palco de um dos mais inovadores festivais musicais: “Pedreira dos Sons”.

A iniciativa “Pedreira dos Sons” é promovida pelo Município de Viana do Alentejo e pela Escola de Artes da Universidade de Évora, em colaboração com o maestro Christopher Bochmann.

O festival ocorre durante três dias, no final do mês de Maio.

tanque de rocha

Formações curiosas na pedreira de mármore verde- Picarinho de São Vicente- Viana do Alentejo

Os mármores desta pedreira são conhecidos como Mármores Verdes de Viana. 

Os mármores são rochas metamórficas, ou seja, formam-se a partir de outras pré-existentes devido a transformações que se dão por aumento de pressão ou de temperatura.

Estes mármores tiveram origem em calcários que se formaram em ambientes marinhos calmos (um dia, o fundo do mar já foi aqui).

Se, no início, detetamos espaços vazios que rompem a terra em linhas rectas; numa inspecção mais pormenorizada, imensos buracos circulares começam a destacar-se.

Perfeitamente recortados, esses vazios com 40 cm de diâmetro (a medida entre os dois ombros de um homem) têm cerca de 7 metros de profundidade. Era através deles que um cabo iniciava o corte dos enormes cubos de pedra.

Quando um acidente acontecia, e ferramentas caíam ao fundo desses buracos, o material necessitava de ser retirado.

Na altura, a única forma para o fazer era um trabalhador descer com um cabo atado aos pés e ombros, de cabeça para baixo e com os braços estendidos. Era sempre o responsável da equipa que abriu o buraco que descia.

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Author: Guida Brito

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