• O segredo do saco à porta Saco à porta – hábitos e costumes do AlentejoO segredo do saco à porta
  • O maquinista MosquitoO maquinista (anedota alentejana – na sua doçura, as gentes alentejanas revelam a nobreza da capacidade de sorrir de si e brincar com a sua forma de ser.
  • O pastor alentejano Pastor alentejanoCuriosidades sobre o pastor alentejano – pelas planícies, na periferia das cidades, na proximidade dos montes e aldeias, conduz as ovelhas de pasto em pasto.
  • O segredo dos garrafões de água Garrafões de água - Aldeia dos Elvas - Concelho de AljustrelSegredos dos garrafões de água – do lixo se faz luxo e tudo tem uma função. Embalagens plásticas, no Alentejo, têm uma reciclagem muito própria e insólita.
  • José Jorge Cameira Apresentação do livro de José Jorge Cameira -BejaIdeias fortes e definidas, moldadas pelas suas vivências, são o cariz observável num primeiro contacto com o escritor José Jorge Cameira. Aos poucos ,e numa análise mais cuidada, deixa antever um forte sentido de justiça e uma grande sensibilidade na defesa de nobres ideais. Apresentou-nos o seu livro“ Vale da Senhora da ...
  • Mula No Alentejo, a mula, hoje quase extinta, teve uma grande importância na vida das famílias e no desenvolvimento económico.
  • zé carlos albino Ze Carlos albino – poeta – Messejana – Concelho de Aljustrelzé carlos albino
  • Ana Vaz Alcarias – capital dos cata-ventos – concelho de OuriqueAna Vaz comprou uma casa em Alcarias e decidiu ali criar uma biblioteca. O ato atraiu crianças e é centro de convívio, leitura e cante dos 20 habitantes.
  • Hinke van der Werf – Mongol Derby 2018 Hinke van der Werf escolheu Porto Covo e a costa alentejana para se preparar, física e mentalmente, para a grande aventura. Num acaso, trocámos sorrisos e tive o imenso prazer de fotografar Hinke van der Werf, no início do Mongol Derby 2018.
  • Cata-Ventos Os cata-ventos proliferam no cimo das chaminés e telhados e, outrora, orientavam práticas agrícolas e atividades ligadas à pesca. Determinam a direção do vento e são verdadeiras obras de arte que transmitem a visão do real e do imaginário, sentida pelo povo alentejano.
  • Cante espontâneo Homens e mulher sentados nos bancos de ruaOs bancos são palco de convívio e de discussão da vida do “monte”, da aldeia ou da cidade; são memórias gravadas no ser de quem viveu um Alentejo com esforço – um filme cuja película se desenrola num passado presente nas gentes de agora. Um transeunte, umas palavras marotas de gentes afáveis e, entre muitos ...
  • Mil e uma razões para visitar o Alentejo Paragem de autocarroNão há outro lugar no Mundo em que tudo faça sentido e o belo seja uma permanente carícia ao olhar.
  • Primavera Flor azulA primavera é puro deleite aos sentidos: verde, rosa, amarelo, vermelho… a cor impregna a paisagem de pura sedução.
  • “Cante” Homens com manta e balsa.O “Cante”  Alentejano,  uma das mais importantes tradições portuguesas, é Património Imaterial da Humanidade da UNESCO. Um património coletivo que nos transporta à forma simples mas grandiosa do ser alentejano.
  • A mudança de pasto das ovelhas Rebanho debaixo de azinheiraNo Alentejo, a surpresa espreita os sentidos. A mudança de pasto das ovelhas é um momento único: há sorrisos, despertados pela pureza desta terra doce, integra, proba. Param-se os carros; abrem-se cancelas; e lá vão as ovelhas, umas atrás das outras, colorindo, com o seu nobre tom, e quebrando a inexistente monotonia da paisagem.